Quinta-feira, Julho 20, 2006

PRÓLOGO

Se ninguém se importar vou começar pelo início. É que é um principio que gosto de aplicar nas coisas que faço e dá-me um certo jeito. Por uma questão de linearidade e coerência, vá lá.

Poderia ter começado pela parte a seguir ao início, a que eu dou o curioso e original nome de “meio”. O problema é que o “meio”, como eu o entendo, pressupõe que haja algo antes, portanto nunca poderia ser início, que é, como disse, por onde gosto de começar e me dá um certo jeito. Quanto muito poderia ser um “meio” feito coyote ou travestido de início, mas para isso prefiro começar pelo início que é verdadeiramente início.

Também poderia ter começado pelo fim, mas assim não saberia o que escrever. Ele, o fim, há-de chegar mas não sei quando nem porquê.

Para quem, como eu, não percebeu patavina dos 3 parágrafos anteriores não se preocupe. Resumindo, o que se retira deles é que todas as coisas, como este blog, têm início, “meio” e fim. Simples.

Isto é o início da EUTOPIA, pouco auspicioso por sinal, e vai servir para responder a questões metafísicas e filosóficas importantes, que é como quem diz: o que raio é isto e de que é que vai tratar? Uma pré-introdução, vá lá. Como nos livros...

O fim ainda não está definido, mas quando acontecer eu aviso.